Ibaneis domina a cena política de 2022; cadê os adversários?

Até agora a única certeza do eleitorado brasiliense é que o governador Ibaneis Rocha (MDB), será candidato a reeleição em 2022.

As entregas feitas pelo governador, com medidas que aquecem a economia e que transformam o DF em um grande canteiro de obras, produzindo emprego e renda à população, seriam alguns dos motivos que estão levando os seus adversários a ficarem perdidos ou em cima do muro, mesmo com as proximidades das eleições do próximo ano.

Indeciso 1

O senador Antonio Reguffe (Podemos) continua com a máxima do “Ser ou não ser, eis a questão”.

A  expressão popular tornou-se complexa para o senador que não sabe qual caminho seguir em 2022.

No embate político, quem não sabe o que quer, termina ficando com o que não quer, ou seja: sem mandato.

Indeciso 2

Rogério Rosso (sem partido) que disputou o palácio na última eleição pelo PSD, alcançando a terceira posição na corrida (169.785 votos), continua quieto e sem nenhum movimento de que pretende voltar ao cenário político do próximo ano.

Fora do jogo

O General Paulo Chagas( sem partido) que surpreendeu ao assumir o 4º lugar pelo PRP nas eleições de 2018, desbancando favoritos com  110.973 votos depositados nas urnas,  deixa claro que não é carreirista político e que está fora do jogo de 2022.

A volta das “madalenas”

No chamado campo da “terceira via”, construído por Lucas Kontoyanis, até agora não existe um candidato declarado e com potencial para enfrentar Ibaneis Rocha.

Nominata do grego

Fazem parte do grupo, Eliana Pedrosa (sem partido), que  ficou em 5º lugar na corrida pelo Buriti em 2018 (105.579 votos).

Ela tem se definido no grupo como candidata a deputada federal e não como pré-candidata ao governo.

Alberto Fraga (DEM), que ficou em 6º lugar como candidato a governador diz ser candidato a senador. Mas dependendo do cenário ele quer mesmo voltar para a Câmara Federal.

Bola murcha

A  bola da senadora Leila do Vólei (PSB) murchou antes mesmo do saque feito pela ex-jogadora nesta direção, já que o PT do DF vai impor uma candidatura própria com Geraldo Magela. A vaga destinada ao PSB de Leila seria a vice.

Apenas  Izalci

Candidatura declarada mesmo, só a de Izalci Lucas (PSDB). No entanto, o tucano não tem grupo para marchar ao Buriti.

“Os traíras que se mudem”

Até outubro, quando será conhecido o calendário eleitoral de 2022, o governo Ibaneis Rocha passará por intensos ajustes focado nas eleições do próximo ano.

“Os traíras que se mudem” é a palavra de ordem mais repetida no âmbito do palácio do Buriti, diante da “pulada de cerca” feitas as escondidas por alguns aliados.

Ficou mal na foto

O governador Ibaneis Rocha não teria gostado, por exemplo, de ver a foto do diretor-geral do Detran Zélio Maia, reunido com quem faz oposição raivosa ao seu governo.

Zélio se diz candidato a deputado distrital. Enquanto isso, ninguém consegue há mais de 60 dias, fazer licenciamento de veículos no órgão que ele comanda.

Coligação de Ibaneis

Até agora, sete partidos compõem a grande aliança construída pelo governador Ibaneis Rocha em apoio ao seu projeto de  reeleição.

Marcharão com o governador os seguintes partidos: PRB, PL, PP, MDB, PSD, PSL e Avante.

Comendo pelas beiradas

Além dos candidatos a vice de Ibaneis, que estariam no páreo como Flávia Arruda (PL) e Paulo Octávio (PSD), surge agora, comendo pelas beiradas reivindicando a vaga, o PRB.

Os dirigentes fazem a conta e chegam a conclusão que a união das igrejas,  Universal, Sara Nossa Terra, Assembleia de Deus, além de Tempo de Televisão e a força da TV Recod, representa uma musculatura eleitoral bem mais importante do que todos os outros partidos aliados.

Máximo

Até nome, o Republicano já teria para ser apresentado como vice de Ibaneis; Gilvan Máximo, um dos fundadores do partido no DF, e atual  secretário de Ciência e Tecnologia do GDF.

Informação fake

O jornalismo da Globo de Brasília, não se cansa  de plantar  a má informação ao tentar passar à população que o processo de vacinação contra covid no DF é lento, como se o GDF fabricasse o imunizante ou que não dependesse do plano nacional de imunização do Ministério da Saúde que abastece os entes federativos com o produto.

O Bom dia DF de ontem chegou a comparar o minúsculo município de Abadiânia (GO) que já estaria vacinando pessoas de 25 anos, enquanto o Distrito Federal agora que iria vacinar a faixa etária de 41 anos.

Se esqueceram de melhor informar que Abadiânia tem  uma população de apenas 20.461 pessoas, enquanto a do DF é de mais de três milhões de pessoas.

Ou seja: mesmo que 100% da população do município goiano já estivesse sido vacinada contra covid, isso representaria apenas 1,4% da população vacinada do Distrito Federal que já passou de 1 milhão de pessoas até agora.

Também se esqueceram de falar que quase 160 mil doses foram aplicadas em pessoas residentes de outras unidades do Brasil, sendo que a maior parte dessas pessoas vieram do Entorno.

 

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