Um homem de 39 anos foi preso preventivamente nesta terça-feira (7), em Itumbiara, no sul de Goiás, suspeito de envolvimento em uma série de crimes sexuais, incluindo estupro de vulnerável e crimes relacionados à exploração sexual de menores.
A ação foi realizada pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Itumbiara – 6ª DRP, com apoio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e da Delegacia Especializada de Apuração de Atos Infracionais (Depai).
De acordo com as investigações, o suspeito, identificado como Givanildo Teodoso da Silva, atuava como líder de jovens em uma congregação evangélica da cidade. O inquérito policial aponta que ele é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, registro não autorizado da intimidade sexual, posse de pornografia infantojuvenil e tentativa de produção desse tipo de material.
As apurações tiveram início após uma denúncia encaminhada pelo Conselho Tutelar de Itumbiara, relatando que o investigado teria enviado, por meio de mensagens diretas em uma rede social, imagens íntimas a uma adolescente de 13 anos, além de solicitar fotos da vítima.
No decorrer das diligências, a polícia identificou outros possíveis crimes. Segundo a investigação, o suspeito teria induzido uma adolescente de 12 anos e uma mulher adulta com deficiência intelectual a praticarem atos libidinosos durante videochamadas. Também há indícios de que ele tenha gravado, sem consentimento, conversas íntimas com pelo menos cinco mulheres adultas.
Ainda conforme a Polícia Civil, o homem mantinha em sua posse grande quantidade de material pornográfico infantojuvenil armazenado em dispositivos eletrônicos.
Diante da gravidade dos fatos, foi solicitada a prisão preventiva do investigado, medida que contou com parecer favorável do Ministério Público e autorização da Justiça. O mandado foi expedido pela 1ª Vara Criminal da comarca e cumprido pelas equipes policiais.
O suspeito permanece à disposição do Poder Judiciário. A divulgação de sua imagem segue os parâmetros legais e, segundo a polícia, tem como objetivo possibilitar a identificação de outras possíveis vítimas.

