A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) – por meio da Divisão de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), que integra a Coordenção de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial, e a Fraudes (Corf) – , em combate à pirataria, deflagrou, na última segunda-feira (03) em parceria com o Procon/DF, a segunda fase da Operação Simulato.
Foram apreendidos mais de 11 mil pares de calçados contrafeitos que devem ter como destino a destruição. Os tênis e sapatos apreendidos são cópias de modelos de marcas nacionais e internacionais de renome e estavam expostos aos consumidores em dois estabelecimentos comerciais localizados Taguatinga e Ceilândia/DF. A apreensão das mercadorias falsas causou ao grupo criminoso prejuízo estimado em R$ 1 milhão.
Conscientização e consumo legal de produtos
A PCDF adverte sobre os perigos da pirataria, que gera diversos impactos negativos:
• Prejuízo à indústria de roupas e calcados: A pirataria impacta o desenvolvimento de novos produtos e a geração de empregos.
- Servidores do DF terão horário especial em dias de jogos do Brasil
- QualificaDF Móvel abre 1,2 mil vagas gratuitas em cursos profissionalizantes no DF
- Procon-DF multa Itaú em R$ 420 mil por infrações
- Em até 90 dias, 31% do CAD-DF estará ocupado por órgãos do GDF, anuncia governadora
- Frentistas e rodoviários do DF passam a ter direito à meia-entrada em eventos
• Sonegação fiscal: O consumo de produtos pirateados contribui para a sonegação de impostos, prejudicando os cofres públicos e impactando investimentos em áreas essenciais como saúde, educação e segurança.
• Concorrência desleal: A pirataria coloca em desvantagem empresas que operam de forma legal, dificultando a sua competitividade no mercado.
• Riscos de segurança: produtos piratas podem causar danos à saúde, pois não passam pelos controles de qualidade e certificações dos órgãos oficiais.

