Os pontos comerciais das estações de metrô do Distrito Federal vão se transformar em unidades de saúde, para oferecer serviços como fisioterapia, odontologia e atendimento à comunidade. A iniciativa, que já começou a ser implementada em estações como a 108 e 110 da Asa Sul, tem como objetivo facilitar o acesso da população, especialmente de pessoas com algum tipo de deficiência, com transporte e cuidado médico integrado.
Durante visita às obras e expansão da Linha 1 do Metrô-DF no ramal de Samambaia nesta sexta-feira (19), o governador do DF, Ibaneis Rocha, comentou sobre questionamentos recentes a respeito das estações do metrô que estariam desocupadas. Segundo ele, o projeto está avançado: a estação 108 já concluída e a 110 em fase adiantada.
“Também vamos utilizar as estações do ParkShopping e da 106. Todas receberão unidades de saúde, com serviços de fisioterapia, odontologia e atendimento comunitário, em especial para pessoas com deficiência, aproveitando a facilidade de acesso proporcionada pelo transporte metroviário. A expectativa é que, no futuro, esse projeto seja ampliado para outras estações em construção, levando saúde cada vez mais perto da população.”
O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, conta que a estação 110 será um megacentro de saúde bucal, enquanto a 114 Sul receberá um centro de reabilitação avançado, integrando serviços como fisioterapia, nutrição e cardiologia. As demais estações também serão adaptadas para oferecer atendimento primário e reabilitação funcional, para beneficiar principalmente os usuários do metrô nas regiões oeste e sudoeste de Brasília.
Os projetos já estão desenhados e em fase de implementação, com previsão de inauguração até o final do ano. O secretário explicou que as licitações estão sendo agilizadas para reduzir o tempo entre projeto e execução, garantindo a modernização das unidades de saúde de forma rápida e eficiente.
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Juracy Lacerda destacou que, para viabilizar as unidades médicas nas estações de metrô, a pasta promove a descentralização de profissionais. “Estamos remanejando equipes e ajustando a alocação de pessoal para garantir que os profissionais atendam nessas novas unidades, sem comprometer o funcionamento das demais unidades de saúde da rede”, afirmou.
