TSE confirma 158,7 milhões de eleitores aptos para as eleições de 2026

Cadastro eleitoral registra crescimento de 1,46% em relação a 2022; Região Norte e eleitorado no exterior lideram aumento proporcional.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta segunda-feira (20) que 158.745.463 brasileiros estão aptos a votar nas eleições de outubro de 2026. O número representa um crescimento de 2.291.452 eleitores, alta de 1,46% em comparação com o pleito de 2022.

O primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro, quando os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Caso nenhum candidato à Presidência ou aos governos estaduais obtenha mais de 50% dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro.

Norte lidera crescimento do eleitorado

Entre as regiões do país, o Norte registrou a maior expansão proporcional do eleitorado. Ao todo, foram 548.944 novos eleitores, elevando o total de 12,5 milhões para 13,1 milhões, crescimento de 4,37%.

No exterior, o número de brasileiros aptos a votar para presidente também aumentou. O eleitorado passou de 697.078 para 918.876 pessoas, avanço de 31,82%.

Mulheres seguem maioria

As mulheres continuam sendo a maioria do eleitorado brasileiro. Em 2026, elas somam 83.877.126 eleitoras, o equivalente a 52,84% do total. Em 2022, eram 82.373.164, representando 52,65%.

Cadastro amplia informações sobre diversidade

Após mudanças no cadastro eleitoral, o TSE ampliou o registro de informações sobre raça e cor. Com isso, houve aumento no número de eleitores autodeclarados em todas as categorias.

Faixa de 40 a 44 anos concentra mais eleitores

A maior parcela do eleitorado está entre 40 e 44 anos, com quase 16 milhões de pessoas. Na sequência aparecem os grupos de 45 a 49 anos, 35 a 39 anos, 30 a 34 anos e 25 a 29 anos.

Além disso, o número de eleitores com 60 anos ou mais cresceu em relação a 2022 e passou a representar 23,6% do eleitorado.

Por outro lado, o TSE registrou queda na participação dos jovens. A faixa entre 21 e 34 anos perdeu cerca de 2,8 milhões de eleitores, enquanto o grupo de 18 anos ou menos encolheu em mais de 600 mil pessoas em comparação com o último pleito.

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