O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, rejeitou nesta quinta-feira (1º) o pedido apresentado pela defesa de Flávio Bolsonaro (PL) para afastar o ministro Flávio Dino de processos relacionados ao candidato e às eleições de 2026.
A defesa havia apresentado uma arguição de suspeição, alegando que Dino teria ligação pessoal com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, por isso, não deveria atuar em casos envolvendo o candidato.
Entre os processos está a investigação sobre o suposto uso de R$ 2 milhões em emendas parlamentares destinadas pelo deputado Mário Frias (PL-SP) ao Instituto Conhecer Brasil. A entidade tem ligação com a produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O pedido de suspeição tramita em segredo de Justiça, e os detalhes da decisão de Fachin não foram divulgados.
Outros processos
Dino também atua em processos relacionados às eleições de 2026. Nesta semana, o ministro decidiu encerrar um pedido apresentado pelo humorista Antonio Tabet após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) liberar a publicação que havia sido alvo de questionamento.
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Com a decisão de Fachin, Dino permanece na relatoria dos processos questionados pela defesa de Flávio Bolsonaro.
